A cada palavra incisiva sentia latejar o músculo em uma crescente torta isso de satisfazer viver cada vida após pequenas mortes ainda vai nos levar a marte onde o tecido interior beija o sorriso da rosa forte como touro angustiado isso de vestir a pele mais íntima salivar as coxas molhar os seios resignados derramar o leite improvisado ainda vai nos levar tempo um encontro, uma esquiva a gota d'água escorrendo e a certeza da prisão de noites não vividas desejos...
Eu poderia te vestir com minha pele. Te ferir com milhões de frases para te confortar. Banhar tuas coxas com minhas águas. Salgar teu rosto. Ensolarar tua varanda, teu verde. Ser feijão envolvido em tua terra. Você seria mais ou seria menos pontos de encontros Mas mentir, fingir, dizer é simples. - sim, eu quero a confusão de corpos... o café, as contas, a conversa, a indecisão das horas, o riso frouxo... a comida queimada. Todos esses fios como encontros de pontos. Mas diverso, estar, topar é custo e teu querer é raso.
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